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sábado, 29 de novembro de 2014

Atenção emissoras de rádios comunitárias do Maranhão!

A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária no Estado do Maranhão (Abraço-MA) dá o suporte que a sua rádio comunitária precisa, e por meio da Agência Abraço disponibiliza notícias, matérias, conteúdos e serviços de interesse social para o cidadão e para as comunidades.

O internauta poderá baixar os áudios das notícias produzidas e publicadas no site http://www.agenciaabraco.org/site/, como contribuição de conteúdo para a programação de rádios comunitárias.

Para receber novidades da nossa entidade basta preencher o formulário de cadastro no endereço: http://goo.gl/SZGpnd

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domingo, 23 de novembro de 2014

Conheça a lei carioca que ajuda a democratizar a mídia

Escrito por: Correio do Brasil
Fonte: Viomundo

Proposta aprovada no Rio inicia democratização da mídia no país

Ao aprovar a emenda do vereador Reimont Luiz Otoni Santa Bárbara (PT), a Câmara Municipal do Rio de Janeiro inicia, na prática, a democratização da mídia no país. Aprovada na Comissão de Orçamento do município, a Emenda Aditiva 3919, de autoria do vereador Reimont, segue para publicação no Diário Oficial, nesta quarta-feira, e torna uma obrigação da Câmara Municipal do Rio de Janeiro (CMRJ) fortalecer, já a partir do ano que vem, os mecanismos de acesso à informação, transparência e publicidade dos atos da Casa.
O modelo é adequado “a todas as instâncias do Legislativo brasileiro”, afirmou a presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Paula Máiran. A emenda aprovada destina-se à Lei Orçamentária Anual de 2015.
– Diria, ainda, que essa iniciativa dever servir de exemplo e inspirar medidas semelhantes em todas as instâncias do poder público – acrescentou Paula Máiran.
Ainda segundo a jornalista, iniciativas como esta, do vereador Reimont, reconhecem e apoiam iniciativas que geram empregos para os profissionais que, em um ritmo cada vez maior, veem o número de empregos minguar nos meios conservadores de comunicação.
– Este é um momento de transformação, no qual surgem alternativas no campo editorial capazes de neutralizar os danos causados pelas demissões em curso nas redações destes veículos de comunicação já estabelecidos há décadas. Tais alternativas devem receber apoio republicano para que o setor seja revigorado – acrescentou.
Fiscalização
Para o vereador Reimont, a democratização dos investimentos na divulgação dos atos públicos é, antes de tudo, uma forma de apoiar iniciativas editoriais que surgem com a revolução em marcha no setor.
– Sabemos que, diante das redes sociais e dos novos meios, há uma série de veículos de comunicação que chegam a um público ampliado, bem maior do que este que prestigia apenas a mídia conservadora – disse o parlamentar.
O fato de a Câmara aprovar esta medida, segundo Reimont, é uma demonstração do pioneirismo e da visão democrática do Rio de Janeiro frente a um tema que mobiliza o país. Cabe, agora, ao Parlamento, fiscalizar para que a emenda seja cumprida.
– Precisamos, a partir do ano que vem, fiscalizar a aplicação do Orçamento para que a emenda seja integralmente aplicada e, desta forma, cumpra seu objetivo social de democratizar a mídia no Rio de Janeiro – acrescentou.
Democratização
A medida tem como objetivo permitir a continuidade “do programa de modernização das atividades legislativas e administrativas e dar-lhes transparência e divulgação, fortalecendo a imagem da Câmara Municipal junto à Sociedade Carioca”, afirma o texto legal, que recomenda:
“Ampliar a democratização, difusão e publicidade das atividades legislativas e administrativas da CMRJ utilizando de jornais alternativos, com no mínimo cinco anos de publicação, quinzenais ou mensais, com triagem de no mínimo cinco mil e no máximo vinte mil exemplares, com distribuição direta em espaços culturais, museus, galerias, bares, restaurantes, ônibus, trens, metrôs, sinais de trânsito e outros.
“Contratar rádios comunitárias amparadas pela Lei nº 9.612, de 19 de fevereiro de 1998, que institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária para a difusão das atividades legislativas em todas as áreas da cidade, estabelecendo mais um canal de comunicação com o munícipes, com diversificação do alcance.
“Contratar de TVs comunitárias amparadas pela Lei nº 12.485, de 12 de setembro de 2011, que institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária para a difusão das atividades legislativas em todas as áreas da cidade, estabelecendo mais um canal de comunicação com o munícipes, com alcance municipal na TV a cabo.”
Justificativa
“1 — Alcance das informações atingindo áreas que o periódico próprio da Câmara não alcança.
“2 — Fortalecimento dos canais alternativos de comunicação, que vem colaborando para que a cidade acompanhe os processos legislativos, vide o trabalho das rádios comunitárias e dos jornais com distribuição gratuita.
“3 — Processo de distribuição desses canais é mais eficiente e espontâneo, atingindo áreas historicamente desguarnecidas de outros meios midiáticos.
“4 — Adesão e/ou implementação de mais uma forma de efetivação da Lei de acesso às informações públicas, sancionada em 18 de novembro de 2011, pela presidente Dilma Rousseff.
“5 — Adesão às diretrizes aprovadas na 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, também realizada na esfera municipal”.

ABRAÇO-MA ORGANIZA REUNIÃO PARA FORMULAR PROPOSTAS QUE VALORIZEM A COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA NO MARANHÃO

A diretoria executiva e os representantes das coordenações regionais da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária no Estado do Maranhão (Abraço-MA) estiveram reunidos neste sábado (22) para discutir a formulação de propostas e reivindicações que serão em breve encaminhadas ao governador eleito Flávio Dino (PCdoB), com objetivo de fomentar  a construção de uma Política Estadual de Comunicação Comunitária.

A entidade tem como meta viabilizar a criação de uma Superintendência vinculada a Secretaria de Comunicação Social (Secom) que cuidará de todas as demandas de interesse das rádios comunitárias, como por exemplo, a realização de um Programa de Formação, focado na qualificação dos comunicadores e comunicadoras populares para produção e oferta de conteúdos jornalísticos, educativo-cultural e de prestações de serviços de qualidade e de forma integrada aos 217 municípios do estado. 

A ABRAÇO-MA propõe ainda a participação efetiva de membros da entidade, incluindo vagas ao Coletivo de Mulheres, além de garantia de estrutura física, de equipamentos e demais custos necessários para os cursos do Programa de Formação junto às emissoras. 

Outra questão fundamental e que também faz parte das reivindicações para o êxito da democratização da comunicação está relacionada à necessidade de apoio às emissoras legalizadas que ainda carecem de mecanismos de sustentabilidade. Para isso a ABRAÇO-MA estuda a elaboração de um projeto que possa garantir o repasse de parte da verba publicitária institucional dos Poderes do Estado mediante a veiculação dos informes e demais conteúdos.

Os participantes debateram também sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popular que altera a Lei 9.612/98, que trata do serviço de radiodifusão comunitária no país.

Aguarde na próxima postagem mais informações.

Conselho Municipal de Comunicação é criado em São Luís

A Lei Municipal 5.859 foi sancionada, ela cria o Conselho Municipal de Comunicação Social (CMCS), órgão colegiado que terá função propositiva, consultiva, deliberativa e fiscalizadora da política pública de comunicação do município de São Luís. O conselho terá vínculo administrativo com a estrutura da Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).
A criação do conselho, órgão consultivo e deliberativo da política pública de comunicação social, é a etapa inicial e pré-requisito para obtenção da outorga de canal de televisão pública, designada TV da Cidadania, pelo Ministério das Comunicações.
O CMCS será um fórum autônomo e democrático permanente à política de comunicação do município. O Conselho será constituído por 36 membros titulares e respectivos suplentes, representação paritária do poder público e sociedade civil organizada, dentre as quais empresas de comunicação e da mídia e cultura digitais. A primeira composição do conselho será definida em reunião convocada por meio de edital publicado no Diário Oficial do Município (DOM).
A criação do CMCS resultou do esforço desenvolvido desde 2013 por um grupo de trabalho constituído para este fim. Em mais de seis audiências públicas, o tema foi discutido com participação de representantes de entidades ligadas à política de comunicação pública, incluindo a Associação Brasileira de Radiofusão Comunitária (Abraço); instituições de ensino superior, como a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e faculdades privadas; e representantes do Poder Legislativo.
Entre as atribuições previstas em lei, o conselho deverá formular, acompanhar e avaliar a execução da política pública municipal de comunicação social, observando o direito fundamental à informação previsto pelas legislações federais e estaduais. O CMCS terá também a incumbência de elaborar e acompanhar a execução do plano municipal de políticas públicas de comunicação social. Ele será responsável pela orientação das atividades dos órgãos públicos de radiodifusão sonora e radiodifusão de sons e imagens do Município.
No arco de atribuições do conselho, está previsto o recebimento e encaminhamento aos órgãos competentes de denúncias sobre abusos e violações de direitos humanos nos veículos de comunicação com sede no município de São Luís. Caberá ao conselho convocar audiências públicas e aplicar consultas públicas sobre comunicação e políticas públicas do setor.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

RÁDIOS COMUNITÁRIAS ORGANIZAM PLENÁRIA PARA REIVINDICAR POLÍTICAS DEMOCRÁTICAS DE COMUNICAÇÃO NO GOVERNO FLÁVIO DINO

A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias no Maranhão (Abraço-MA) reúne sua diretoria executiva e secretários regionais, juntamente com representantes de emissoras de várias regiões do estado, em uma plenária, dia 22 de novembro, em São Luís, para formular propostas e reivindicações sobre uma plataforma de democratização da Comunicação, à luz do cenário de mudanças com o governo Flávio Dino (PCdoB). “A plenária será um momento de trabalho e estudos sobre a participação das rádios comunitárias no novo momento político e administrativo que o Maranhão promete viver a partir do dia 1º de janeiro de 2015”, enunciou Luis Augusto Nascimento, presidente da Abraço- MA. Os comunicadores e comunicadoras vão aprovar um documento no qual apontam as diretrizes para a efetivação de um conjunto de medidas que atendam ao interesse público com a participação das rádios comunitárias. O documento será entregue ao futuro secretário de Articulação Política, Marcio Jerry, para que dialogue junto às secretarias demandadas pela Abraço-MA. Entre as medidas, a entidade reivindica a distribuição de verbas publicitárias do governo estadual na rede de emissoras filiadas, mediante a veiculação de spots e campanhas coordenadas pela Secom (Secretaria Estadual de Comunicação). Ainda junto à (Secom), que terá como titular o jornalista Robson Paz, a Abraço-MA vai reivindicar a criação de uma Superintendência de Comunicação Comunitária que atue diretamente com as emissoras, desenvolvendo um programa de formação e requalificação dos comunicadores e comunicadoras. Pulverizadas em todos os municípios do Maranhão, as emissoras comunitárias querem também participar dos programas e projetos de alavancagem dos indicadores sociais e ações na área cultural, de saúde e educação. “As rádios são fundamentais no processo de desenvolvimento local, porque muitas vezes são o único meio de comunicação que chega às comunidades falando a linguagem do povo. Podemos contribuir também nos programas relacionados ao meio ambiente, que é fundamental para a melhoria da qualidade de vida da população”, explicou José Maria Machado, coordenador das Secretarias Regionais da Abraço-MA. Outra reivindicação da entidade é a criação do Conselho Estadual de Comunicação, inspirado na iniciativa da Prefeitura de São Luís, que chamou ao diálogo as entidades e profissionais da área para criar o Conselho Municipal de Comunicação, cujo projeto foi enviado à Câmara de Vereadores. "Queremos, através dos conselhos, criar instâncias de dialógo e permanente debate sobre todas as questões que envolvem a comunicação em São Luís e no Maranhão, estimulando os outros municípios a puxarem esse debate. As rádios comunitárias têm um papel fundamental nesse processo”, explicou o radialista Neuton Cesar, diretor de Assuntos Institucionais da Abraço-MA.

domingo, 16 de novembro de 2014

Na volta aos trabalhos, comissão aprova 42 emissoras comunitárias em Brasília

Brasília – Concessões estão espalhadas por dezesseis estados

Em sua primeira reunião ordinária realizada após as eleições de outubro, a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados apreciou 50 proposições. Entre elas, estão 43 TVRs, que é a denominação sob a qual tramitam as outorgas de concessão, ou renovação, de radiodifusão sonora (rádio) e de sons e imagens (televisão). 
Das 43 TVRs apreciadas no último dia 5, nada menos do que 42 versavam sobre o serviço de radiodifusão comunitária. Assim, foram aprovadas novas emissoras comunitárias em 16 estados e no Distrito Federal, sendo 7 na Bahia e 6 em Minas Gerais; 4 em Santa Catarina e também em São Paulo; seguidos por Goiás, Piauí e Rio Grande do Sul (3 cada); Paraíba, Paraná e Rio de Janeiro (2); Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins (1). Completando o quadro, a Fundação Antônio Gomes dos Santos teve sua outorga para executar o serviço de radiodifusão de sons e imagens com fins exclusivamente educativos em Natal (RN) aprovada.
Vale ressaltar que o Ministério das Comunicações abriu mais um canal de informação e serviço voltado para emissoras de rádio e televisão de todo o país: o Espaço do Radiodifusor. O serviço está disponível para acesso por meio do site do MiniCom na internet, no menu superior esquerdo.
O espaço traz informações completas sobre cada tipo de serviço de radiodifusão (comercial, educativa e comunitária); dados gerais sobre o setor, como o número total de entidades outorgadas e também detalhamento por unidade da federação; detalhes sobre iniciativas do ministério como a digitalização da TV, o Canal da Cidadania e a migração das emissoras AM para a faixa de FM. Além disso, os usuários podem esclarecer dúvidas relacionadas à cada área na seção de perguntas frequentes.
Na parte de serviço, o radiodifusor tem acesso a documentos como legislação e todos os formulários exigidos dos interessados em concorrer a uma outorga. O espaço também permite consultas ao Sistema de Controle de Processos em tramitação no Ministério das Comunicações e ainda ao Sistema de Controle de Radiodifusão, da Anatel.
Com informações do Boletim Informativo de Radiodifusão Moura & Ribeiro

sábado, 15 de novembro de 2014

Site do Ministério das Comunicações destina área exclusiva ao radiodifusor

Brasília - Nova seção conta com informações completas sobre serviços e permite acesso a documentos e formulários do setor de rádio e TV.

O Ministério das Comunicações abriu mais um canal de informação e serviço voltado para emissoras de rádio e televisão de todo o país: o Espaço do Radiodifusor. O serviço está disponível para acesso por meio do site do MiniCom na internet, no menu superior esquerdo.
 
O espaço traz informações completas sobre cada tipo de serviço de radiodifusão (comercial, educativa e comunitária); dados gerais sobre o setor, como o número total de entidades outorgadas e também detalhamento por unidade da federação; detalhes sobre iniciativas do ministério como a digitalização da TV, o Canal da Cidadania e a migração das emissoras AM para a faixa de FM. Além disso, os usuários podem esclarecer dúvidas relacionadas à cada área na seção de perguntas frequentes.
 
Na parte de serviço, o radiodifusor tem acesso a documentos como legislação e todos os formulários exigidos dos interessados em concorrer a uma outorga. O espaço também permite consultas ao Sistema de Controle de Processos em tramitação no Ministério das Comunicações e ainda ao Sistema de Controle de Radiodifusão, da Anatel.
 
Além de criar o Espaço do Radiodifusor, o MiniCom também reformulou o menu da Radiodifusão no site do ministério. Este menu é voltado à população em geral e também serve como fonte de consulta para pesquisadores, estudantes e jornalistas. Agora, a seção conta com informações organizadas e atualizadas sobre assuntos como TV digital, migração das rádios AM, recursos de acessibilidade na TV aberta e Canal da Cidadania.
 
Com informações do Ministério das Comunicações